A definição de hobby, no dicionário da Porto Editora, é : atividade praticada nos tempos livres; passatempo.
Já o profissional é definido como: quem exerce determinada atividade como meio de vida ou para ganhar dinheiro, não de forma amadora ou desinteressada.
O hobbista, vez por outra, pode ganhar dinheiro com o resultado da sua atividade, mas, no geral, o hobby é fonte de gastos; com material, ferramentas e outros insumos.
Gosto de desenhar, por isso tenho lápis de grafite com diversas graduações, duros, macios ou muito macios; de cor, pastel etc, além de papéis de vários tipos e gramaturas.
Outro hobby que pratico é a Marcenaria. Com essa atividade as despesas são muito maiores.
Boas ferramentas são mais caras e as mais baratas podem ser dinheiro jogado fora.
Meus projetos começam por uma ideia na cabeça ou algo que vi na internet, em uma loja ou na TV.
Daí passo para um desenho, escolha dos materiais e dimensionamento.
Finalmente, chego à execução.
Qualidade não tem fronteira.
O hobby, embora seja atividade de amador, não implica em baixa qualidade; por outro lado, profissionais podem ter, vez por outra, resultados ruins.
O capricho é diferente para pessoas diferentes.
Às vezes, crio peças com resultado rústico, pouco acabadas. São, em geral, projetos pequenos e feitos como modelo inicial ou versões de teste. Como, p. ex., o graminho do post anterior.
Na foto acima uma caixa estilo japonês parcialmente colada, com algumas dimensões baseadas na peça de madeira disponível para a execução.
Cada projeto, grande ou pequeno, tem sempre o valor da experiência que se adquire. Melhorar é preciso.
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